A Ética aplicada e os “conundrum” que são os direitos humanos.

A Ética aplicada e os “conundrum” que são os direitos humanos.

João Cavalcante José de Morais.

 

Conteúdos (links para o documento original com possibilidade de comentários):

Ética aplicada.

Bioética.

Ética dos negócios.

Ética Ambiental.

Direitos Humanos.

Histórico.

Apenas para defender bandidos?

Conclusão.

Fontes:

Ética aplicada.

Ética aplicada é um ramo da filosofia que lida com questões morais em ambas a vida pública e privada de membros de uma sociedade. Ademais, há de haver uma distinção sobre a ética aplicada e outros ramos da ética, como ética normativa (questiona-se comportamento certo e errado), e meta-ética (analisa-se as propriedades da ética).

Os pesquisadores da ética aplicada utilizam-se de, basicamente, três teorias filosóficas para averiguar e basear suas pesquisas e novas teorias, essas sendo:

  • A ética das virtudes: é uma teoria baseada nos pensadores Aristóteles e Confucius, teoría que afirma o homem virtuoso aquele o qual escolherá quais são as ações corretas;
  • Ética deontológica: é uma teoria que descreve que nossas escolhas são baseadas em questões da moral em que as escolhas podem ser necessárias, proibidas ou permitidas moralmente, e;
  • Utilitarismo: é uma teoria que afirma que o indivíduo só age com base nas consequências da sua ação, sempre buscando os melhores resultados.

Bioética.

Bioética surge num contexto pós 2ª Guerra Mundial, período em que todos os ramos da ciência tiveram seu “boom”, a ponto dessas evoluções tecnológicas tornarem-se uma ameaça a própria raça humana. Ironicamente, essas tecnologias que eliminaram as ameaças aos humanos no começo do tempo.

A bioética tenta e busca respeitar e abrir exceções nos limites de religiões e culturas que negam o tratamento médico, debater sobre os limite da vida com o aborto e a eutanásia, e sobre a distribuição de recursos limitados como órgãos, sangue, comida, água, remédios caros. Assim como questiona os testes em animais e humanos semelhantemente. Esse campo é tão amplo que se divide em vários outros e chega até a pergunta elementar da vida: como fazer vida? E as consequências da resposta dessa pergunta.

Ética dos negócios.

Ao contrário do esperado, pode e há uma ética nos negócios, não é porque o sistema força que haja um senso de enganação e “passagem de perna”, que não haverá um senso de moralidade e um errado absoluto nos negócios.

A ética dos negócios se baseia em discernir direitos e deveres dos comerciantes, empresários e desenvolvedores. Basicamente, os negociantes hão de gerar o maior lucro possível, sem quebrar os direitos dos outros, a oposto a questionar a moralidade de seus atos. Consequentemente, exploração trabalhista em países do 3º mundo é muitas vezes aceitável, ao contrário de plágio comercial e espionagem industrial.

Desde a aplicação do Neoliberalismo, muitas lutas emergiram, como a formação de cartéis e trustes, mas, atualmente, muito mais lutas se tornam muito mais presentes, como a luta por uso justo no Youtube, e o grande questionamento da corrupção no Brasil e países subdesenvolvidos (apesar de questionarem muito mais os políticos do que a ética em si).

Ética Ambiental.

Ramo da Ética que se baseia na relação entre o homem e a natureza, a Ética Ambiental surgiu em 1960 e equaliza ambos os humanos e todos seres vivos, de modo que a presença de racionalidade não desculpa uma irresponsabilidade ecológica.

Nesse quesito, muitos movimentos ambientais se formam, que pressionam e pressionaram os governos e empresas a tomar mais em vista os impactos ambientais de suas decisões sociais e econômicas, formando congressos e reuniões internacionais como a Rio +20 e órgãos como o IBAMA, que começam a buscar o desenvolvimento sustentável e a promover o trato individual da poluição para a população por meio da educação ambiental.

Direitos Humanos.

Os direitos humanos são direitos inerentes a todos os seres humanos, independentemente de raça, sexo, nacionalidade, etnia, idioma, religião ou qualquer outra condição.”

-Nações Unidas

Conforme essa definição básica de direitos humanos, e considerando que a ética aplicada lida com as questões morais da vida pública e privada de todos os seres humanos, esses direitos podem ser considerados o cúmulo da ética aplicada num período que necessitava de regras implícitas irrefutavelmente quebradas no período de guerras e conflitos de inteiras sociedades.

Histórico.

Os direitos humanos foram desenvolvidos em vários períodos, inicialmente nos Estados Unidos, com o conflito da Escravidão, depois na França com o alto índice de violência no País, e finalmente em grande parte do mundo, pela ONU, com o conflito das duas grandes guerras e o Holocausto. Apesar de todos essas tentativas de normalização dos direitos humanos serem laicas, o pensamento inicial veio do pensamento de Direitos Naturais, supostamente atribuídos por deus.

Mas, afinal, o que eram os Direitos Naturais? Eram as escrituras da igreja, que tinham grande influência na idade média, até que pensadores iluministas/racionalistas contestaram as ideias de subordinação a religião e expandiram os direitos a universais.

Muito devido a interesses comerciais e à falta de mecanismos de comunicação práticos e rápidos, apenas após a Assembleia geral da ONU houve-se a grande disseminação de diversos direitos humanos, e, apesar desses não serem mandatórios em adoção, muitos países, como o Brasil, adaptaram parte da carta em suas constituições.

Ainda há muita controvérsia sobre a legitimidade desses direitos descritos na carta da ONU como realmente humanos, dado que a influência capitalista é considerável, exemplificado pelo artigo XV, inciso I: “Todo ser humano tem direito à propriedade, só ou em sociedade com outros.”. Para tal, se torna ainda mais válida a facultatividade da adoção das recomendações nos países.

Apenas para defender bandidos?

Direitos Humanos, são muitas vezes levantados como artifícios para defender bandidos, o que é uma informação completamente errônea e ironicamente desinformada. Devido ao conceito de igual oportunidade que todos os intelectuais desenvolvedores dos ideais dos Direitos Humanos defendem, qualquer um pode acabar se tornando um bandido, independente de tudo, logo não é para defender bandidos, e sim qualquer um, desde àqueles injustiçados pelo sistema, àqueles pela lei, àqueles que realmente são exteriores a sociedade, e devem ser punidos justamente.

Conclusão.

{

(Se pessoa A e pessoa B coexistem.

pessoa A quererá o melhor para si.

assim como a pessoa B.)

>Natureza Humana

(Se pessoa B criar uma inovação

Estilo de vida de B aumenta)

>Pessoa A quer o melhor para si

Pessoa A pede a inovação

>Pessoa B tem de defender sua propriedade intelectual

Pessoa B não pode apenas distribuir algo que ela trabalhou para desenvolver sem que a outra pessoa tenha feito o esforço

>Pessoa A entra em conflito com B

Conflito prejudica as relações harmoniosas entre A e B

Consequentemente, A e B não conseguem coexistir

1ª regra essencial será quebrada se isso acontecer

Precisamos de regras para coexistir.

(A e B criam regras básicas de coexistência)

>Natureza da Consciência Humana

Devido ao conflito, A e B vivem separados

>Respeitando as regras

{Com o tempo, essas regras se tornam implícitas

Com o tempo, mais inovações vem de cada uma das pessoas

>As culturas começam a se chocar

[Culturas sendo entendidas como o conjunto de inovações em ideais e técnicas de cada grupo]

A divergência entre as culturas se torna muito grande

>Pessoa A necessita de uma menor influência da pessoa B para se desenvolver ainda mais

>Pessoa B necessita de uma menor influência da pessoa A para se desenvolver ainda mais

(Não há como uma pessoa diminuir a influência da outra sem diminuir a sua)

>Pessoa A e B entram em um conflito ainda maior

Regra essencial tenciona a ser quebrada de novo

>No conflito, ideais novos surgem por pessoas exteriores ao conflito

Surgem pessoas C e D[

C sugere uma menor influência das regras

D sugere uma influência absoluta das regras]

(Pessoa A e B criam regras universais

Regras universais indempendem de cultura

Regras universais indempendem das pessoas

Regras universais não precisam ser aplicadas, são apenas uma recomendação)

>Pessoas A, C e D aprovam

>Pessoa B não adota as regras universais

Pessoas A, C e D não discriminam B, por causa das regras universais

As regras essenciais não ditavam nada sobre as pessoas C e D

>Pessoa B não respeita a coexistência de C e D

>Pessoa A quer defender C e D

A aceitação das regras universais não apenas por A validam a existência dessas regras

>Pessoa A e B entram em conflito

}~loop }

A medida que as sociedades evoluem, os conceitos e os conflitos internos e externos tornam-se mais complexos, por causa de mais variáveis. O estudo da ética torna-se cada vez mais significante com a progressão da sociedade, para manter a coesão social. Apesar desse fato, por muito tempo, essas questões e estudos eram apenas limitados a elites intelectuais, ocorrência que vem diminuindo com o tempo, conforme as minorias de todas sociedades têm mais poder ambos monetário e político.

Ainda assim, muitas das discussões são limitadas àqueles associados à academia. Dentre essas, estão as da Ética Aplicada: Bioética, dos Negócios. E esses debates muitas vezes contradizem o senso comum, e muitas outras vezes limitam o desenvolvimento da ciência, algo também inimaginável para o senso comum. Ainda assim, órgãos como a ONU desenvolvem ideais básicos para a disseminação fácil de respostas éticas questionadas desde o começo da raça humana: A Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Fontes:

Wikipédia – Ética Corporacional

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How to have your girl to try the backdoor

So, I saw a meme once and it got me curious: how to make your girl try the wrong hole, consensually?

This is a Reddit response:

First off, the preliminaries. You’ve already fucked up by telling her you want anal sex. Now she’s going to be eternally suspicious that you’re eyeballing her brown-eye and are steadily imagining that the dick in her vagina would much prefer to be in her butt. Women do not like this. They have a vagina, it’s what makes them special. Men also have butt-holes, therefore voiding the uniqueness of innate sexual femininity. Wanting to stick it in her excrement-orifice makes her feel inadequate. The little fairies in her head will be steadily nagging her conscious with shit like, “Your vagina isn’t good enough anymore. He’s probably fucking some hoe in the ass on the side now.” Tough break.

You can’t go diving into the Hershey highway like a schoolboy’s first finger in a baby-oven. There are lots and lots of details involved, and more importantly the approach must be handled in the utmost care and delicacy. Imagine a vintage porcelain vase that you accidentally broke when you were a kid, but you managed to glue it back together and put it back on that dusty shelf and no one ever really noticed. But all those hairlines fractures make it even more fragile than it was in the first place, so that if anyone ever even looked in its direction it would burst into flames and send shrapnel into your kneecaps. And then no one would ever buy a porcelain vase again, afraid that the Manhattan Project would have bastard children with the LHC at a Limp Bizkit concert. That’s how sensitive the penis-to-asshole quest is.

But to get down to business, I’m going to make three assumptions here: #1) The sex life between the two of you is relatively open, and there’s none of that awkward nonsense like, “I don’t think I want to let him eat me out, what if it smells?” type shit. #2) You are roommates or at least spend a massive amount of time together in such a fashion that you have tuned into the frequency of her moods and have time that can be spontaneously killed together. #3) You’re both old enough to drink. Without the first two things, your only option is just to get her fucking plastered and stick it in while she’s blacked out. But beware that this could incur jail time among other things, and is not my preferred method of achieving goals.

The methodical enterprise to convince your girl to allow penis-anus penetration is a long and bumpy road. It is an often unspoken and arguably disconcerting notion that you can’t just stick your dick in an ass anytime lest you fall victim of the tainted tally-whacker. That’s a nice way of saying “you don’t want shit on your dick”. Thus you need to be aware of her eating habits and the schedule of her bowel movements. I don’t know about you, but if I stick my finger in my ass right now I can’t guarantee that there wouldn’t be something stuck under my nail after that. Just go ahead and accept that reality right now, and try to schedule your aspirations accordingly. Spend about a week being all James Bond about when she goes to the bathroom. Buy one of those little spiral notebooks and jot down days and times and that she eats and the corresponding long bathroom trip followed by air freshener. You should be used to doing this with her menstrual/mental cycle by now anyway, so you might as well expand your horizons.

Once you know the status of her rectum better than your own, you now need to catch her in a good mood one convenient evening. Like you’re just sitting around the house and she seems awfully bubbly and smiling at stupid shit a lot. Then bust out some suave spontaneous “LETS GO OUT AND PARTY BABY!” proposition. The idea here is to loosen her inhibitions, making her both mentally and physically less resilient while already in an agreeable affection. In other words get her drunk. Not plastered mind you, but buzzed enough to acquiesce. This improves your odds by approximately 63%, as ascribed by a double-blind scientific study. When ordering rounds of shots or what not, limit yourself to less than she has. When she’s not looking pour half your beer out. Order her doubles and yours singles. Whatever it takes, the point is not to get too drunk yourself. Why? Because you’re driving home, son. Be responsible. And also because you’ll commit suicide if you actually convince her to let you fuck her shit-hole only to be unable to keep your dick hard enough to squeeze it in. Trust me.

Alright, so you are confident her bowels are relatively clean, she’s in a good mood, and she’s tipsy. You’re on the right track. At this point the common event in the long line of human evolution would be to take her home and fuck her. That’s right on the money, but you have to go into this confident that this will be the single most mind-blowing sexual experience she has ever had. Also, be sure you have some lube near the bed, or at least some body lotion of whichever aroma she prefers. Get her home and get her all worked up, then insist on showering together. Not because she’s dirty, but because everyone seems far more willing to “experiment” in bed when they smell like a goddamn soap factory.

So lay her down on the bed, face first, and indicate to her that you intend on giving her a clit-numbing rub down. Break out that body lotion and get to work on them smooth sensual girly curves. Rub your hands up her back and push her hair roughly, but not violently, out of the way, so that you have a good hold on the back of her head as you run your hands through her hair (bitches love this shit). Then drop little bits of the lotion at a time at different points of her back, ass, and thighs, so that the sudden small spurts of cold liquid are tantalizing to her skin. Get to work rubbing it in, starting at the neck and shoulders and working down the spine. Just barely graze her ass, paying no more attention to it than the elephant in the room, while working down her thighs and legs, making small ventures towards the naughty part without actually touching it. With each passing gradually increase the magnitude of ass-play. After about a dozen or so passes you should be grabbing her ass cheeks in hand and massaging the shit out of them. Do your hands in a fashion that it looks like you’re framing her asshole in a picture, pushing your thumbs deep into her tailbone and tenderizing that posterior like its never been done before. If you’re also naked or boxered, there’s a good chance your penis will be rubbing up and down her ass crack. If possible, you can try the whole “hot-dogging” thing with a little lotion, but remember this isn’t about you and your selfish little dick. It’s about that sexy perfect goddess of whom you’d severely like to defile. Her pleasure is the paramount priority. Again, this is where the whole “if she already knows you want it you’re fucked” thing comes into play. She’s probably going to know that you’re trying to stick your dick in her butt. But as John F Einstein Vader Halen once said, persistence is key.

So if you’re playing your cards right and she’s not a prude bitch, she should be wet as a nigger’s cigarette by now and just aching for a dick in her guts. But nope, not yet. Now its time to get some tongue action going on, and make her crave the sensation of something inside of her even more. Preferably keep her face down, but offer a gentlemanly posture modifying comfort (read: stick a fucking pillow or one of those sex wedge things under her so that her ass and pussy are sticking up the air). The idea here is to eat her out, while leaving her asshole extremely vulnerable. As you’re sliding around her clit and making the occasional upwards sweep, be sure to graze your nose on her asshole from time to time. This accustoms the mate to the realization that her anus may be receiving more attention than usual. It also serves to get you used to that smell of her processed food. If you can’t handle it here, you definitely aren’t going to be turned on when it’s inflamed by constant thrusting and pumping, so just bail out now and settle for the pink.

Now its time to test the waters. In the next 5 seconds, you will know with absolute certainty whether she is willing to anally accommodate your dick. Basically, just slide your tongue all the way up and into her asshole. Do a few light grazes at first, judging her reactions to it. If she doesn’t immediately kick you in the face and key your car, you’re doing good. Try to go all out on that fucker. Eat that salad. Stick your tongue down in that bastard like its one of those delicious yogurt cups and the curvature of your spoon can’t quite get all the remaining goodness in the bottom corners. Seriously, imagine you’re trying to eat yogurt out of her ass. I know that sounds like a bad analogy (especially if you actually get a mouthful of “yogurt”), but trust me.

Is she digging it? Congrats, you’re one step closer to plowing the chocolate volcano. From here it should be pretty obvious – graduate to fingers and such. Just bear in mind at all times that she has a vagina. It’s like 2cm away. Pay as much if not more attention to her tamponhole as you do her poophole. If she’s vocally and visually enjoying the tongue-in-my-starfish thing, you can probably just go on out there and say, “Hey baby… You think maybe I can put the tip in?” I mean you just put your tongue in the same hole she shits from, so you can probably communicate at a whole new existential level now.

Before sticking it in, you have to loosen that motherfucker a bit though. Grab some lube (that body lotion will work if need be) and run a finger in there. Upgrade to two. Slather it all over your dick. DO NOT try to pour it in her asshole. Use your fingers and dick to do that. Despite what she might tell you, your dick is not that big. She can pop a fucking baby out of her vagina. Your dick isn’t nearly as big as a baby, and chances are she’s dropped a few deuces with considerably more girth than your manhood. Don’t go too crazy on the lube. Go slowly, working a fraction of an inch at a time. Don’t neglect her vagina. Give her the reach around or whatever the fuck she likes. The important thing is to not make this a traumatic experience, otherwise you will NEVER get anal sex again, and when you break up you will have effectively deprived future dicks of her butt love. Also, try to avoid ass-to-pussy. Despite what the porns portray (those bitches clean their guts with roto-rooters on a daily basis), it can very likely lead to a UTI or other painful complications for her. Don’t be a dick. If there does happen to be an “accident” don’t freak out about it or damage her fragile, defiled mentality any more. Offer to shit on her vagina to even things out if need be, just don’t make a big deal out of it. Shit happens.

You can thank me later.

This was a ride and a half…. My sister follows this blog…

sorry, but not sorry. I just wanted to share this with anyone that can see this, because this man is a hero. Luckily I already have a deal with my girl, without me even mentioning it, so…. Good luck to y’all!

A chave do tamanho

A Chave do Tamanho é um livro escrito em 1942 por Monteiro Lobato. Escrito em 3ª pessoa, com a presença de um narrador onisciente neutro, a história se revolve ao desejo “Filosófico-bom” (como diria e disse Visconde de Sabugosa) de Emília de acabar com a guerra ocorrente no momento, a 2ª Guerra Mundial. A história começa com notícias da guerra no Sítio do Pica-Pau Amarelo, Dona Benta se sensibiliza e Emília não aguenta isso, eis o motivo de ela ir ao Fim do Mundo, para a casa das chaves. Na casa das chaves, ela encontra várias chaves, mas sem etiquetas, com isso, ela usa o método de tentativa e erro. Entretanto, a primeira chave que ela puxa já causa a primeira ação dramática: ela desativa a chave do tamanho; os seres humanos perdem seu tamanho – o que a antes boneca infere de primeira.

Com a alteração do tamanho, ambas Emília e a humanidade têm uma complicação a superar e uma sociedade a reconstruir, dado que conceitos antigos não se aplicam mais, algo fortemente reforçado no livro e questionado pelos personagens da história. A narrativa na primeira parte do livro se baseia nas aventuras de Emília para a reunificação com a sociedade. A segunda parte se baseia no encontro da protagonista com Visconde de Sabugosa. A terceira e última parte se baseia na viagem de Emilia e Sabugosa pelo mundo para ver diferentes pontos de vista e trazer diferentes pontos de vista para a situação do “destamanhamento”, a fim de decidir se seria beneficiário para raça humana manter ou mudar a situação do tamanho.

Na primeira secção, Emília tem uma experiência com a vida da natureza (após desativar a chave do tamanho), e, aplicando os conhecimentos sobre evolução que ela aprendeu com seu Tutor, ela se adapta às complicações que se dispõem diante dela. Nesse contexto, ela usa o pó de pirlimpimpim para fugir de um pinto – o que gera a primeira ideia de antigos conceitos que não se aplicam mais, pensamento permeado por todo o livro -, transportando-a para Itaoca (o que não faz sentido, devido ao comportamento do pó anteriormente no livro), 6 km do Sítio. Lá ela conhece uma família que a reconhece dos livros de Monteiro. Desse encontro, a ideia de mudança de hábitos se concretiza com a morte dos pais dos dois personagens (Juquinha e Candoca) que vão ter um local na narrativa até o final do livro; mas também com a mudança de vestimenta dos humanos, que agora se baseia em enrolados de  algodão banhados em gema de ovo, algo que não atrairia gatos e outros carnívoros, mas atrai beija-flores; o que é refletido pela ex-boneca: o tamanho diminuto dos seres humanos tirou-os a vergonha. E Emília queria reverter a situação, então ela tinha de voltar ao Sítio.

No caminho do sítio, ela perde seus novos companheiros e acha Visconde de Sabugosa. Eles conversam sobre o problema do destamanhamento e decidem que o melhor jeito de decidir como a humanidade ficaria seria um plebiscito dos cidadãos do Sítio do Pica-Pau Amarelo. E Emília, muito sabichona, faz uma fazendinha no chapéu da espiga de milho falante. Enquanto voltam para casa, eles salvam os filhos dos fazendeiros e um senhor de terras vizinho.(Coronel Teorico), suposto perdedor de seus funcionários pelo canibal Rabicó. Quando chegam em casa, eles tem que ser furtivos sobre a culpa da boneca pelos acontecimentos, o que não funciona direito. Nesse contexto, Emília queria viajar pelo mundo para ver os efeitos dos seus devaneios, o que não diminui a suspeita sobre ela.

Apesar de tudo, Sabugosa viaja pelo mundo com sua mestra. Primeira parada: Alemanha; eles veem o efeito da chave em larga escala, um número gigante de panos está espalhado no chão. Em Berlim, eles procuram Hitler, que agora é retratado apenas como um fraco sem voz, apenas para ser guardado no chapéu do Visconde. Segunda parada: Japão; a situação é a mesma e o filho do sol é capturado. Terceira parada: Rússia; lá encontram o imenso exército russo e alemão embaixo de suas gigantes vestimentas porque morreriam congelados se não. Ultima parada: Estados Unidos.

Nos Estados Unidos, há dois momentos, o primeiro, vemos a única civilização que se organizou embaixo das asas de um doutor; o que mostra a “superioridade americana”, baseada em minhocas e no Comunismo.No segundo, a dupla visita a casa branca, onde também há uma organização de americanos tentando reaver a situação, mas quando os brasileiros oferecem ajuda, eles querem os comprar para benefício da nação americana, que terá sede na cidade já pronta, baseada no consumo de minhocas. Mas Emília ainda queria decidir a questão do tamanho, então ela manda o presidente americano para o Sítio.

Finalmente, no Sítio, há a votação, as viagem do Visconde e da Emília se mostram desnecessárias, dado que os líderes da Alemanha, Rússia, Japão e Estados Unidos não têm voz. E a votação empata no final 5 a 5 sobre a restauração do tamanho ou não, ainda assim, é decidido que os tamanhos voltarão.

O Surgimento da Bossa Nova

Bossa é um termo para explicar que algo é de um estilo original, diferente dos demais. Nova relembra o termo novo, nada mais que isso. Então combinando os dois, temos Bossa Nova, um  novo estilo musical diferente do Samba tradicional, e que também não era Jazz. Há também outras origens para a palavra, mas elas não soam tão descoladas e inovadoras quanto os estudantes que seguiam esses artistas classificariam a produção musical desse estilo musical.

A Bossa Nova foi inicialmente tocada nos apartamentos da Zona Sul do Rio de Janeiro (como nos de Nara Leão, mais dela depois), onde músicos da classe média se reuniam para fazer e ouvir música. Apesar dessa informalidade, O Bossa Nova nunca foi tão despreocupado com a qualidade da gravação, como seus contemporâneos e irmãos de origem, o Lofi hiphop. Mas por que a menção de estudantes? Simplesmente porque o gênero musical se difundiu primeiro nas Universidades. Nessas apresentações nas universidades, o som era denominado “Samba Sessions”, “Samba” do samba e “Sessions” do Jazz; até que, numa dessa apresentações, em 1957, estava escrito num quadro negro: “Samba Sessions com o Grupo Bossa-Nova”, o nome claramente pegou, sendo usado como nome oficial até hoje.

Apesar disso, o gênero musical tem seu início oficial apenas em 1958, com o lançamento dos singles “Chega de Saudade”, do Cantor João Gilberto, Compositor Tom Jobim e Poeta Vinicius de Moraes e “Bim-Bom”, de João Gilberto.

E tudo aconteceu na década de 50, por que? A Segunda guerra mundial tinha acabado de terminar, e o Brasil cresceu muito economicamente, vivendo sua época de ouro, o que trouxe um nível de otimismo e segurança econômica que possibilitou a criação de arte. Juscelino Kubitschek também foi importante no surgimento desse gênero musical, ele visava a inovação, o desenvolvimento de uma cultura que influencie o mundo (até então, só o Brasil era influenciado), tudo o que a Bossa Nova representou na época.

O estilo musical em questão é definido por certas características. O ritmo é calmo e suave, compostos por uma voz principal acompanhada por um piano e/ou violão (o que é a influência do Jazz), e certa percussão (influência do Samba), muitas vezes ignorada. A voz é em tom baixo e calmo, como se estivesse contado uma narrativa poetizada, narrativa tal da vida do civil comum da classe média do Rio de Janeiro, com histórias amorosas, ou com descrição da paisagem natural.

Acontece que, a partir da década de 60, Marcos Valle, Dori Caymmi, Edu Lobo e Francis Hime apoiados pelo centro popular de cultura da UNE (União Nacional dos Estudantes, que ajudaram a fundar esse movimento) criaram um movimento de revolta contra a influência estrangeira na Bossa Nova, o que a Nara Leão adotou – Eu disse que ela ia voltar – e Carlos Lyra, quem, até então, era um pilar forte na cultura desse gênero.

Ainda na década de 60, a Bossa Nova tem seu final declarado. No ano de 1965, Edu Lobo e Vinicius de Moraes compõem a canção “Arrastão”, música que será defendida por Elis Regina, no Festival de Música Popular Brasileira. Mas, apesar de ela ser enquadrada ao gênero surdo e genérico da MPB, ainda há resquícios da estética na música atual brasileira, seja em produções do MPB, seja em outros gêneros completamente diferentes, como o Rock nacional, que apresenta releituras desse movimento.