Re: O que TODO Otaku deveria saber

Estou respondendo a um vídeo de 1 ano atrás, feito por @NekoTenshis2 (Twitter), e basicamente contestando o que mexeu com minhas engrenagens. Aqui o vídeo dela para contexto:

https://youtu.be/yxyIufPV1Lc?

 

“Os japoneses chamam todo tipo de animação “anime.”

Anime is a Japanese Colloquialism, eles não chamam tudo de anime, eles chamam de animação – ou animêshon, outro motivo porque se fala /animê/ e não /anime/-, só certas pessoas chamam  anime, e essa palavra geralmente vem com uma conotação infantil no japão, assim como manga, o que reforça o estigma contra Otakus e desconsidera esses gêneros como arte.

 

“Não existe anime ruim”

Se você assiste anime o suficiente, tem graus de consideração na análise de anime. Inicialmente, tudo é bom, claro, você não tem gosto! Depois de um tempo, você pode conseguir notar problemas no conteúdo, tema, execução. Finalmente, depois de ver muito anime, você já consegue notar tudo que tem de errado com tudo e todos, e pqp, realmente importa? É como a famosa frase “Anime é lixo, assim como eu”, E falando nisso:

“Você não precisa acompanhar DBZ ou One Piece”

Dragon Ball e One Piece são dois animes clássicos que muitas pessoas apreciaram e cresceram com, assim como o igualmente enchedor de linguiça, Naruto. Esses desenhos, portanto, são na maioria das vezes assistidos por nostalgia ou por pressão social, mas hey, não abandone de seguir apenas por isso.

“Não precisa ser uma Wikipédia ambulante”

Claro, não precisa ser uma Wikipédia ambulante, mas se você realmente gostar da arte, você não tá focando nos nomes dos personagens, no nome das cidades, nem até no nome do anime ou manga. O que realmente importa são os conceitos e os temas por trás do produto. Considerando os animes de temporada, podemos ver uma grande semelhança entre títulos, a ponto de ser necessário muito conhecimento sobre a cultura dos meus desenhos japoneses  para discernir quais são bons (K-on e Hibike), quais são ruins (Imouto Sae Ireba ii x Himouto Umaru Chan) , e quais são terrivelmente bons (Yuru Yuri)! Consequentemente, é muito necessário o conhecimento geral sobre anime, e não sobre apenas certos animes.

“Já no Brasil, o termo Otaku foi usado para falar das pessoas que gostam e admiram a cultura do japão”

O termo Otaku (Aquele cuja vida é saturada nas coisas do dia a dia) foi remodelado no Japão antes da cultura chegar no Brasil, o principal responsável por isso foi Hideaki Anno, criador de Evangelion e Otaku no Video, esse último que sedimentou a idéia que um Otaku pode ser alguém descolado, e legal, assim como um humano quebrado, um neet ou até um Hikikomori. Semelhantemente como o que aconteceu com o termo nerd, aqui no mundo ocidental. Mas agora, termos como weaboo, esse aí é o que deviam se preocupar com. 

https://www.youtube.com/watch?v=OFQQALduhzA

 

Enfim, isso foi uma experiência interessante.

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Ignit

Imagina ser um Hikikomori.
Agora imagina um YouTuber.
Mistura os dois e eu mori,
Olhei errado perdi os lados e agora estou com tuber
culose, ferrado, deitados, estamos, ferrados.

Num quarto fechado
Luzes apagadas
O meu nome entalhado
Nas memórias regaçadas de um?
Uma? De nós? Uma sequência menor!
Re fa lá e então muitos dós…

O que mais doía
Era sangra corrida
naquela maratona ao nada
pra aonde foram e reluto
“Ainda agora mainha foi quando eu me abri a tudo”
YouTube.com/notmebutnotyoutoo

 

Minimalism – A review of Important things

Minimalism is a documentary availiable in netflix that you really shouldn’t and don’t need to watch.

The documentary “Minimalism” brings an old utilitarian way of life back to the present. Although the utilitarian philosophy is valid on it’s own, this video brings various opinions and scientific studies, while being as easy to digest as possible.
The cinematography and pacing is really American, conjoined with the sound design, which is very good on it’s own, not very challenging nor innovative, nevertheless.
Overall, the documentary is very easy to digest and will feel very light to the general audience. Which could and is the point, what makes the minimalist ideology a lot more noticeable, since it the long picture isn’t rich at all.
I deem it a Predictable and basic/10.

Cry’s soul searching

Have you ever loved someone so much, you’d give an arm for?
Not the expression, no, literally give an arm for?
When they know they’re your heart
And you know you were their armour
And you will destroy anyone who would try to harm her
But what happens when karma, turns right around and bites you?
And everything you stand for, turns on you to spite you?
What happens when you become the main source of her pain?
“Daddy look what I made”, Dad’s gotta go catch a plane
“Daddy where’s Mommy? I can’t find Mommy where is she?”
I don’t know go play Hailie, baby, your Daddy’s busy
Daddy’s writing a song, this song ain’t goin’ write itself
I’ll give you one underdog then you gotta swing by yourself
Then turn right around in that song and tell her you love her
And put hands on her mother, who’s a spitting image of her
That’s Slim Shady, yeah baby, Slim Shady’s crazy
Shady made me, but tonight Shady’s rocka-by-baby…

i did copy pasta’ed

i am kinda trying to write a book or something like that, here’s one chapter of it

speaking of which, bubbles!

According to wikipedia, A bubble is a globule of one substance in another, usually gas in a liquid. Due to the Marangoni effect, bubbles may remain intact when they reach the surface of the immersive substance. Soap bubbles can make rainbows in and on itself, what can be seen by observants surrounding it, with the help of sunlight or artificial lightning.

But, there are other types of bubbles, and anyone is susceptible to be raised or live in one. This type of bubble separates one from society, bringing the possibility of a lost of important strings that were possible to everyone outside the bubble, either the lost of chances to form those strings, or the cut of logical and emotional attachment of both sides of that lining.

Of course there are ways to break bubbles, it requires effort, as expected, it’s hard, it’s somewhat dangerous, and one will most likely be affected negatively by doing so. To leave a social-dynastical bubble, one must break their pretenses, know the world, go against everything that they’ve experienced before, just so can see the other side of the fence, and that is what hurts the most, going against the tide means going against something that supported one all their life, monetarily or emotionally, and that will most likely deny the descendant -at least in the beginning- , because such bubble wasn’t made out of nothing, it was built in a set of emotion, presets and knowledge that had much effort built into. Seeing that bubble implode out of thin air hurts, even more that the inheritee will sustain in his whole journey, collectively, and the builder will take the pain out of once, instead of with time -in case of the pupil-, and that pain will sore and scar one for life, reminding and draining the force of the mentor their whole life, until they finally drop dead or finally give up into madness.

And that strength that frank never had.