O Surgimento da Bossa Nova

Bossa é um termo para explicar que algo é de um estilo original, diferente dos demais. Nova relembra o termo novo, nada mais que isso. Então combinando os dois, temos Bossa Nova, um  novo estilo musical diferente do Samba tradicional, e que também não era Jazz. Há também outras origens para a palavra, mas elas não soam tão descoladas e inovadoras quanto os estudantes que seguiam esses artistas classificariam a produção musical desse estilo musical.

A Bossa Nova foi inicialmente tocada nos apartamentos da Zona Sul do Rio de Janeiro (como nos de Nara Leão, mais dela depois), onde músicos da classe média se reuniam para fazer e ouvir música. Apesar dessa informalidade, O Bossa Nova nunca foi tão despreocupado com a qualidade da gravação, como seus contemporâneos e irmãos de origem, o Lofi hiphop. Mas por que a menção de estudantes? Simplesmente porque o gênero musical se difundiu primeiro nas Universidades. Nessas apresentações nas universidades, o som era denominado “Samba Sessions”, “Samba” do samba e “Sessions” do Jazz; até que, numa dessa apresentações, em 1957, estava escrito num quadro negro: “Samba Sessions com o Grupo Bossa-Nova”, o nome claramente pegou, sendo usado como nome oficial até hoje.

Apesar disso, o gênero musical tem seu início oficial apenas em 1958, com o lançamento dos singles “Chega de Saudade”, do Cantor João Gilberto, Compositor Tom Jobim e Poeta Vinicius de Moraes e “Bim-Bom”, de João Gilberto.

E tudo aconteceu na década de 50, por que? A Segunda guerra mundial tinha acabado de terminar, e o Brasil cresceu muito economicamente, vivendo sua época de ouro, o que trouxe um nível de otimismo e segurança econômica que possibilitou a criação de arte. Juscelino Kubitschek também foi importante no surgimento desse gênero musical, ele visava a inovação, o desenvolvimento de uma cultura que influencie o mundo (até então, só o Brasil era influenciado), tudo o que a Bossa Nova representou na época.

O estilo musical em questão é definido por certas características. O ritmo é calmo e suave, compostos por uma voz principal acompanhada por um piano e/ou violão (o que é a influência do Jazz), e certa percussão (influência do Samba), muitas vezes ignorada. A voz é em tom baixo e calmo, como se estivesse contado uma narrativa poetizada, narrativa tal da vida do civil comum da classe média do Rio de Janeiro, com histórias amorosas, ou com descrição da paisagem natural.

Acontece que, a partir da década de 60, Marcos Valle, Dori Caymmi, Edu Lobo e Francis Hime apoiados pelo centro popular de cultura da UNE (União Nacional dos Estudantes, que ajudaram a fundar esse movimento) criaram um movimento de revolta contra a influência estrangeira na Bossa Nova, o que a Nara Leão adotou – Eu disse que ela ia voltar – e Carlos Lyra, quem, até então, era um pilar forte na cultura desse gênero.

Ainda na década de 60, a Bossa Nova tem seu final declarado. No ano de 1965, Edu Lobo e Vinicius de Moraes compõem a canção “Arrastão”, música que será defendida por Elis Regina, no Festival de Música Popular Brasileira. Mas, apesar de ela ser enquadrada ao gênero surdo e genérico da MPB, ainda há resquícios da estética na música atual brasileira, seja em produções do MPB, seja em outros gêneros completamente diferentes, como o Rock nacional, que apresenta releituras desse movimento.

Savant had a release this year, but for a movie soundtrack, what isn’t that attention grabbing, even as good as it is. But now Jester is out, the don’t know which album number it is because he has too many albuns in too many personas.

What to say to this album? It’s the mixture of everything that he’s done so far on his previous albuns, which were good, but now he masters the art of jumping from genre to genre, and it’s good, it’s perfect.

Go listen to it:

The cicle of Hipster Fashion

Hipsters are a core part of society nowadays, so influential that they have their own fashion. Much like any other fashion, the hipster one is used to distinguish people from inside the group from those outside. Except that hipsters are not a group, it’s a avoidance of mainstream media and culture, as they would rigorously argue with you if you ever ask them if they are a hipster.On that note, you may see a person with a cute scarf, a t h i c c beard, a lumberjack shirt – I mean, a flannel- drinking coffee and writing a book on the nearest Starbucks. That’s the afore called hipster style. And, just how is it formed? For starters,let’s focus on the hat, that person might have seen that hat on their attic and found it nice, so they’ve started using it, becoming hipsters on the process. Innocent, right?

Sure sounds like it, but then that person has a blog and friends, and those people seeing that the hat is cute, also start using it, making it a fashion staple. People outside that circle that see those people using it join the trend, because they are also human, and just wanna feel included on stuff. Since now the hat has a massive popularity, celebrities start to notice it, and, those who find it cool and hip, will then start to use it too.

Now that the hat is the norm and you can see it on tv, internet or any other media (visual and otherwise), it reached the masses, the plebs, and they too will start using it. Much like memes, once it peaks in popularity, it becomes over saturated on the market and on the public, so it is not cool anymore, and it’s use starts to decline. And then, the hipsters begin to show up again.

Normally teenagers or young adults who write blogs and major in liberal arts, hipsters are those who go out of their way – ironically, of course – to avoid the mainstream, claiming that that form of expressing themselves is actually pleasing. One can see hipsters in any art form, music, dance, memes, plastic art, and the motivation of this article: fashion. And then, a non hipster will eventually see that hipster hat or find their own, repeating the circle, forever and ever.

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